Sem paranóia…

Preto e branco. Ininterrupto ciclo, do casulo pro céu e vice-versa, larva e borboleta e larva de novo, por ainda não saber se é melhor o vôo ou a preparação – ansiosa, natural e feliz – pelo dia de voar. Andando assim, de um extremo a outro, só pra tornar obrigatória a passagem pelo caminho do meio e não perder seu norte móvel de vista. Sauna e ducha gelada pra agitar o desfile do sangue pelas veias, fervendo tudo por contraste. É isso. Metanóia sem paranóia.

OBS – A quem interessar possa, a Digestora revive. http//digerindo.blogspot.com

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Digerindo o fruto esquecido…

Eu, que me canso tanto de mim mesma, senti saudade de uma parte que julgava apodrecida, que matei achando que era pra sempre. Não mais será. Hoje, revive a velha digestora, porque novidade demais e só plantar dói. Certas horas é preciso saber pegar o fruto maduro, comê-lo, e descansar na sombra, digerindo…