Sobre mapas, trilhas e a criação de novos rumos

Eu realmente gosto de métodos. Podem me chamar de virginiana clichê, mas se tem algo que considero um desperdício de vida é bater cabeça tentando desbravar caminhos que já foram pra lá de sinalizados e demarcados. Às vezes me pergunto se não há nisso um traço cultural forte: somos bons de improviso, por que enrigecer nossa ginga com regras? Pois dou um bom motivo: eu, que nem Raulzito, tenho uma porção de coisas grandes pra conquistar e não posso ficar aqui parada.

Entre as contribuições que gostaria de dar – ao mundo, aos jovens, sei lá – uma delas seria mapear todas as trilhas que abri na faca e falar: vai, moço ou moça, siga a partir daí, encontre seu próprio Paraíso, e não esqueça de pavimentar a estrada pro próximo. Porque é legal criar, mas sempre considerando o que já foi feito.

#ficaadica

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